FOTOS!!!
Queridos e queridas, as fotos do Integra Moda e do trote estão no album do orkut do D.A.
Aqui: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9293343012549841119
Beijos. :)
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Beijos. :)

No dia 12 de março, o Comitê de Estilo do Fitemasul e o Núcleo de Moda do Sindivest, com o apoio da Universidade de Caxias do Sul, realizaram um grande lançamento de tendências de moda para malharia e confecção.
Em um único dia foram três turnos de atividades: palestras com temas sobre vestuário, arquitetura, jóias, acessórios e calçados e, apresentação de tendências Primavera-Verão
O D.A agradece o esforço dos organizadores, colaboradores e participantes que fizeram desse evento um VERDADEIRO SUCESSO!
Estou postando o material do Mauro da Oficina de estamparia da semana acadêmica. Espero que todos gostem:)
Estapas
Executadas sôbre tecidos à metro, denominadas “Estampa Corrida”, e executadas sobre uma peça de tecido já cortada, que denominamos “Estampa Localizada”.
Desde os primordios dos tempos que desenhos são aplicados em tecidos, ainda hoje usa-se métodos antigos, não só em comunidades sem acesso à tecnologia, como em ateliês que desejam reproduzir estas antigas técnicas.
Seja por razões artistíscas ou de estilo, a verdade é que, ainda hoje as técnicas primitivas fazem sucesso e conferem um charme todo especial como alternativa à produção massificada.
Veja por exemplo, as estampas de Bali, em batik, que já fizeram tanto sucesso.
Os exemplos encontrados até hoje nas culturas asiáticas e africanas são exemplos riquíssimos de como cada cultura decora suas vestimentas, e demais tecidos do cotidiano.
Mesmo a estamparia à quadro manual, que é um método praticado há muitas décadas, não perdeu sua utilidade e praticidade.
Em paises onde a mão-de-obra é melhor remunerada, ela se torna economicamente inviável de ser executada manualmente, devido aos custos mais elevados que vão se agregar à estampa.
Para isso existem diversos modelos de máquinas que coneferm qualidade e alta produtividade à estamparia. Não só para a estampa corrida como nas estampas localizadas.
Aqui no Brasil, os grandes fabricantes de tecidos, malhas e vestuário, também adotam as mais avançadas técnicas de estamparia mecanizada, com excelente qualidade e acabamento.
Mas, quando a necessidade de urgência, de exclusividade e volumes mais baixos de produção se aliam, é que as estamparias de menor porte se viabilizam.
Neste caso, a serigrafia manual, torna-se economicamente muito viável.
Normalmente utilizadas por empresas de pequeno e médio porte, embora, algumas empresas maiores, também recorram às estamparias manuais para viabilizar prazos e designs exclusivos.
Certas tintas a base de corantes, ainda exigem uma sequência de vaporização, lavagem, e secagem que encarecem ainda mais o processo.
Existem mesas à quadro automáticas com esteira rolante, os quadros são acionados mecanicamente, substituindo o trabalho braçal, com várias telas sequenciais, vão imprimindo o material a medida que a esteira roda. Atendem a um número de cores normalmente 8 a 12 cores. Porém a sobreposição de cores gera outras cores.
Existem também mesas automatizadas, onde recebe um quadro de cada vez e imprime automaticamente cada cor.
Neste caso também pode-se usar quantas cores se desejar.
Já começam a ser vendidas máquinas de estampar pelo processo de jato de tinta, como nas impressoras de computador.
Criadas a alguns anos para a produção de mostruários em pequenos lotes, estão evoluindo para a produção de quantidades comerciais. Mas mesmo assim ainda são muito lentas para atender a demanda de grandes produções.
É um cenário de futuro, mas já com possibilidades fantásticas para a impressão em tecidos.
O desenho e a arte-final
O início de tudo se dá com a escolha e o desenvolvimento do desenho a ser reproduzido.
Faz-se então a separação das cores, que consiste em se fazer um desenho separado para cada cor que compõe o desenho original ou a arte desejada.
O conjunto dos desenhos da separação das cores constitui o que chamamos de “arte-final”. A arte-final é encaminhada em seguida à confecção de telas, e vai resultar em uma tela para cada cor.
Quadros, telas ou matrizes
É a ferramenta fundamental do silk-screen, ou serigrafia.
Basicamente é constituída de moldura e em tecido esticado e fixado na moldura. Originalmente os quadros eram esticados com seda, daí o nome seri (seda em latim) grafia, ou silk-screen ( silk = seda em inglês, screen = tela). Hoje utiliza-se normalmente um tecido de poliester, fabricado exclusivamente para este fim, devido à sua excelente estabilidade dimensional, que garante a consistência do registro das cores da estampa por várias produções seguidas.
As molduras podem ser em madeira, alumínio ou ferro.
As telas são esticadas em um esticador eletro-mecânico e a tensão desejada é controlada através de um tensiômetro, aparelho que colocado no meio do quadro esticado indica a tensão obtida.
O correto esticamento, na tensão adequada, é também responsável pela qualidade final da estampa.
Para que a estampa fique perfeita, contribuem vários fatores, sendo o mais importante o registro perfeito. Registro é o encaixe exato de cada cor do desenho nas demais cores que o compõe.
Normalmente é utilisado uma desenho padrão para fazer o registro, um círculo com uma cruz ao centro chamado de “cruz de acerto”.
Para conseguir o registro as telas possuem 2 parafusos de apoio. Os parafuso regulam o movimento longitudinal e o angulo da da estampa na hora do registro.
Uma chaveta fixada na mesa indicará o ponto certo do posicionamento.
As telas são gravadas com a imagem de cada cor da arte-final.
Para a gravação utiliza-se uma emulsão fotosensível, que é aplicada uniformemente ao tecido do quadro.
Depois de seca, na posição horizontal, para não escorrer, a tela poderá então ser gravada.
Prensa-se a arte final ou o fotolito entre a tela e um vidro (com pesos ou com vácuo) e se expõe a à uma fonte de luz por um determinado tempo. A área da emulsão que recebe a luz, endurece. Após isto, com um jato de água molha-se a tela e a área protegida pela arte, que não recebeu luz escorre pois não endureceu, deixando aberta a área por onde a tinta vai passar durante a impressão.
Estampa de cilindro
Estampas corridas realizadas em máquinas de estamparia, que utilizam até 12 cilindros ( que na prática é uma tela cilíndrica feita em níquel ). Podem estampar algo como 50 metros, ou mais, por minuto.
O tecido é aderido à uma esteira e passa continuamente pela sequência de cilindros, cada um deixando impressa a arte de sua cor.
Com cilindros, pode-se estampar listras continuas no sentido do urdume.
Como Sabemos, tecidos têm trama (transversal) e urdume (longitudinal).
Pode-se estampar áreas contínuas chapadas de tinta, impossível de ser feito à quadro, onde a emenda de tintas sempre fica marcada e visível.
Estampa corrida
Estampas realizadas em tecido ou malhas a metro. Como já vimos, manualmente ou mecanizadas.
O segredo da estampa corrida está em confeccionar a arte de forma em que cada batida consecutiva das telas, a emenda de uma batida com a outra não seja percebida; que a estampa mostre uma continuidade absolutamente uniforme, como se a emenda não existisse. Esta “emenda” chamamos de “rapport”, também chamada em português de “atacadura”.
Chamamos de rapport também a largura de cada batida, ou melhor , a distância entre as cruzetas de registro que define a distância entre os batentes da mesa que vão garantir o perfeito encaixe de cada batida consecutiva.
A arte gravada na tela da estampa corrida é, normalmente, composta de desenhos menores, ou módulos de repetição, que se encaixam perfeitamente em si mesmos por todos os lados. A técnica e a qualidade da execuçao do módulo de repetição é fundamental para o resultado final. Repetições mal resolvidas , vão gerar um tecido estampado com uma padronagem que parece “azulejada”, modulos perfeitamente discerníveis, quando êls deveriam estar com suas emendas invisíveis.
Há desenhos com módulos de repetição pequenos - 10cm - caso de florzinhas muito pequenas, como nas estampas “Liberty”. Ou podem tomar a tela toda, como numa estampa do estilista Pucci.
Falso corrido
Estampas realizadas sôbre pedaços de tecidos cortado, ou paneaux, podendo ter ou não continuidade de emenda do rapport de uma estampagem para a outra.
Muito usada em pequenas estamparias que não possuem longas mesas de estampagem, para simular a estampa corrida. Neste caso os paneaux são enfestado e o corte riscado e efetuado. A perda de tecido é maior, mas é a única maneira de viabilizar um corrido simulado em uma pequena área.
Pode-se fazer falso corrido de forma corrida. Estampa-se como se fosse corrida, mas cada batida de tela não emenda com a outra. Tem-se que cortar depois em paneaux e enfestado (empilhado) como já mencionado.
Existem certa estampas onde isso é desejável. Por exemplo : estampar a bandeira do Brasil, uma atrás da outra em um tecido à metro; ou uma fantasia “bate-bola” para os blocos de clovis, que nos procuram todos anos. Ou vestidos, onde a flor principal tem que estar numa posiçaõ determinada: na altura do peito por exemplo. Ou, fazer uma tela para estampar listras longitudinais num tamanho que dê para cortar uma calça, com uma tela com um rapport da dimensão necessária.
Na realidade, trata-se de uma estampa localizada feita em tecido à metro. Uma estampa localizada, executada como corrida.
Listras longitudinais não podem emendar pois fica marcado na emenda da tinta sobre tinta. Nenhuma área continua pode ser estampada em estamparia de quadro, só com cilindros.
Para viabilizar a estamparia de quadros de certos desenhos, utilizamos recursos para permitir que cada batida flua para a outra sem emendas percebíveis. Usamos os elementos da estampa pra criar um caminho da emenda - raminhos, folhas, ou qualquer outro motivo que constitua a estampa.
Sistema gráfico que separa as cores em retículas do amarelo, cyan (azul), magenta (um tipo de vermelho) e preto, permitindo que praticamente.
Estampa localizada
Estampas realizadas sobre peças cortadas.
Podem ser manuais ou mecanizadas em carrosséis automáticos., que justificam-se quando os lotes de produção são grandes.
As estampas localizadas podem ser executadas na mesma mesa onde se faz as estampas corridas ou em placas, ou berços, individuais de alumínio com aquecimento, em carrosséis manuais.
Quadricromia
É uma técnica que permite a impressão de imagens de alta definição como as fotografias. Esta técnica requer o uso de tintas especiais e prensas de gravação UV.
A separa são da cores é feita de acordo com o padrão CMYK. Reveladas as quatro telas, estampa-se na seguinte ordem: Amarelo, Magenta, Azul e por fim o preto.
O registro destas telas deve ser 100%, do contrário o material terá uma qualidade nada satisfatoria.
Normalmente quando a quadricromia é feita em tecidos escuros, é aplicado primeira mente uma camada de tinta de cobertora na cor branca, para depois fazer a aplicação das quatro cores.
Tintas
Existem basicamente os seguintes sistemas de tinta para estampar tecidos:
Com pigmentos
Pigmentos são matérias sólida, moída muito fina, em diversas cores.
Adicionada nas doses certas à pasta à base d’água, que contém fixador, amaciante, água e outros aditivos conservantes.
A pastas à base d’água pode secar ao ar em 72 horas ou curada por calor.
Existem também a pasta com resina acrílica é muito usada em camisetas. São práticas para estampas localizadas, porém têm um toque mais sólido, e desagradável para uma blusa ou vestido todo estampado.
Corantes
São tintas feitas com corantes químicos cujo resultado é normalmente excelente: cores mais vivas e vibrantes e absolutamente nenhum toque; porque mudam a cor da fibra sem acrescentar matéria sólida.
É o que se encontra nas roupas mais finas, nos lenços de seda, nas cangas de praia dependendo da viscosidade da pasta, a estampa aparece também do outro lado do material. São chamados de corantes reativos.
Plastisol
É uma tinta à base de plástico PVC. Ela pode ter um toque mais forte, o que muitas vezes é desejavel pelo cliente.
Têm que ser curada numa estufa à 165º C. O material tem que agüentar esta temperatura sem encolher ou amarelar. Aliás, todo material tem que ser testado antes da impressão.
Bastante utilisada em peças de lycra como biquinis, maiôs e roupas da linha de aeróbica ficam perfeitas, pois o plastisol possui uma ótima elasticidade.
Uma tinta que tem uma qualidade maravilhosa em relação à produtividade e à mecanização da impressão: elas não secam no meio do trabalho, não entopem telas, o que permite largar a tinta na tela e ir almoçar.
Ao serem curadas se fundem no material onde estão sendo impressas.
Nos carrosséis automáticos só se pode usar esta tinta pois, como não secam nem estopem as telas, a produção não é arruinada porque a tela de alguma cor entupiu e a cor ficou falhada. Além do mais, no final do expediente pode-se deixar as telas no lugar, devidamente no registro, para retomar o trabalho no dia seguinte. Diferentemente da tinta a base d’agua.
A tinta plastisol é usada apenas na estampa localizada, como não secam não há como fazer a cura intermediária entre as cores, o que é possível ao estampar peças cortadas.
São usadas quando se deseja estampar sobre tecidos ou malhas coloridas, sobretudo nas cores mais escuras. Podem ser acrílicas ou plastisóis. Recebem, em sua composição, óxido de titânio finamente moído, o que permite obter a opacidade da tinta.
No caso das tintas à base d’água, o pigmento branco acrescenta mais um fator sério de entupimento de telas.
O pigmento branco é muito maior que o pigmento colorido é como comparar uma bola de futebol com uma de golf. Quando se usa tinta de cobertura na cor branca as telas utilizadas precisam estar esticadas com um tecido de trama mais aberta, que permita a tinta fluir sem provocar entupimentos.
A tinta plastisol de cobertura não entope, e trabalha com telas mais finas onde as tintas à base d’água não poderiam ser usadas. Isto permite mais detalhes, mesmo em letras finas em branco sobre fundo escuro.
As tintas de cobertura normalmente são repicadas, ou seja, estampadas como uma segunda demão, para poder efetuar uma cobertura eficiente.
Transfer sublimático
São papeis impressos com uma tinta a base de corante sublimático que, quando pressionados com calor sôbre um tecido com poliester em sua composição, tranferem a estampa impressa para o tecido pelo processo de sublimação, ou seja, a passagem do estado solido gasoso, assim tingindo o material.
Existem máquinas, calandras, que trabalham com papel em rolo, que transferem a estampa continuamente para um tecido alimentado paralelamente na máquina. Como estes papeis são impressos em offset, exatamente como papel de revistas, consegue-se uma qualidade de impressão extraordinária.
Quase toda roupa de alta qualidade em tecidos com poliester são impressos assim.
No caso de estampas localizadas, ou mesmo em falsos corridos é utilizada uma prensa que normalmente tem 1 metro por 90cm que permite usar papeis impressos numa offset, e obter um resultado excelente.
Tintas especiais
Nesta categoria estão as tintas de expansão (ou “puff”), um material que ao receber calor expande-se como uma esponja ao receber calor.
As tintas peroladas, onde se acrescenta um produto importado, chamado Iriodine.
Também há pigmentos metalizados para conseguir tintas dourada, prateada, bronze, ouro velho.
Esferas de vidro Em diversas bitolas, dá um reflexo bonito ou simula brilhantes.
Esferas sintéticas Em várias cores , permite efeitos e interessantíssimos
Foil metálico Prensa-se uma folha metalizada, aplicando ao desenho um filme dourado, prateado ou coloridos metalizados.
Miçangas coloridas Aplica-se estes elementos em detalhes da estampa ou até num desenho pequeno, mais delicado.
Glitter e purpurina. O “glitter” é uma purpurina com partículas um pouco maior. Feita normalmente em poliester metalizado, é fornecido em várias cores além do tradicional prata e ouro.
Lig Brasil Telecom apresenta:
Festa PEOPLE.
Quinta feira dia 11 de outubro às 23 horas na AABB: Cinquentenário: Caxias do Sul
Com a presença dos Dj's Lú Vargas e Dj Bueno.
Ingressos antecipados e Limitados
R$ 10,oo feminino
R$ 20,00 masculino
Na ORIGINAL centro e Iguatemi.
Sujeito à indisponibilidade de ingressos na hora.
Info e Reservas: 8114.4245
Beijomiliga!

A doação foi entregue para a prefeitura pela secretária de marketing do D.A. Mariana Ribeiro Favretto.
Agradecemos a colaboração dos alunos e podem ter certeza que ajudaram muitas famílias necessitadas.